As pedras, de uma forma geral, sempre estiveram conectadas tanto ao universo físico (curas) quanto ao espiritual (proteção). Interessante como uma única pedra pode conter, no seu reportório, vários aspectos simbólicos, espirituais e terapêuticos. O uso terapêutico dos cristais da forma como conhecemos atualmente surgiu nos Estados Unidos durante a década de 1960. Não se tem notícias de um precursor específico para a cristaloterapia contemporânea – também chamada de gemoterapia, litoterapia ou terapia mineral. No entanto, tem-se o consenso que ela se originou a partir da descoberta das propriedades físico-químicas dos cristais (silicatos). Eles possuem uma estrutura molecular capaz de receber, transmitir, ampliar e armazenar cargas elétricas ou magnéticas a partir da sua característica piezelétrica (produção de energia através da pressão) ou piroelétrica (produção de energia através do calor) de acordo com o eixo cristalográfico.

Dessas ideias associativas e da redescoberta de inúmeros reportórios antigos sobre o reino mineral resultaram infinitas possibilidades de uso terapêutico.

Atualmente o conceito da utilização dos cristais também baseou-se na energia telúrica, cósmica, holográfica e a aplicação se expandiu para a cura dos campos áuricos e dos chacras, tanto para os problemas físicos quanto espirituais.